"Pessoas do bem e para o bem são sempre bem vindas"

As possibilidades para que a INCLUSÃO SOCIAL reverta o percurso da EXCLUSÃO, crescem. Porém, necessário haver UNIÃO . Unidos, fica mais fácil identificar o que fazer, quando e como realizar os Movimentos Conscientes Reivindicatórios Organizados, Projetos Inovadores, Ações de Sensibilização, Políticas Educacionais, ... enfim, todos lutando pela Inclusão Social.

Cidinha Impellizzieri

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"No exercício de compreensão da existência, a inclusão social acontece naturalmente, pela ampliação de nossa consciência. Da mesma forma, ao perceber a flora e a fauna como manifestação do Divino, nos leva a um sentimento de amor, gratidão e proteção ao que foi tão perfeitamente criado." Deixe o seu comentário,ok?
Abraços com amorosidade,

Cidinha Impellizzieri

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Dicas de cursos on line - Braille Virtual


Para quem desejar aprender Braille na internet é só acessar o site Braille Virtual e aproveitar o curso.“ Uma das dificuldades do deficiente visual é que os demais à sua volta não conhecem o Sistema Braille de leitura para cegos. O Braille Virtual é um curso on-line baseado em animações gráficas e destinado à difusão e ensino do sistema Braille a pessoas que vêem.”O Sistema Braille é um código universal de leitura e de escrita, usado por pessoas cegas. O nome do sistema é uma homenagem ao seu criador Louis Braille. Se desejarem saber mais é só acessar o site.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

" Integrados e Excluídos "

“INTEGRADOS E EXCLUÍDOS”

Estamos vivendo um momento histórico muito importante. Vários segmentos sociais lutam pelos seus direitos de inclusão na sociedade. É o que acontece com as mulheres, negros, sem-terra, idosos e tantos outros excluídos. Embora não tenham conseguido plenamente sua inclusão na sociedade, muito já avançaram. Como esses, há um outro grupo de excluídos – as pessoas com deficiência, que não têm acesso aos direitos que devem pertencer a todos: educação, saúde, trabalho, locomoção, transporte, esporte, cultura e lazer.
Leis têm sido criadas para a garantia desses direitos, o que já é um grande passo. Mas, apesar delas, percebemos que nós excluímos as pessoas que consideramos diferentes. Precisamos, então, conhecer e reconhecer essas pessoas que vivem a nossa volta, excluídas por nossa própria ação.
Se desejamos, realmente uma sociedade democrática, devemos criar uma nova ordem social, pela qual todos sejam incluídos no universo dos direitos e deveres. Para isso, é preciso saber como vivem as pessoas com deficiência, conhecer suas expectativas, suas necessidades, e alternativas.
Como isso que acontece comigo se passa com o outro que é diferente de mim? Como é ser pai ou mãe de um garoto que não enxerga? Como funciona a casa de uma família de deficientes auditivos? Como é a vida de uma pessoa que precisa de uma cadeira de rodas para se locomover? Como uma pessoa que tem deficiência mental aprende?
Essas perguntas podem nos levar a pensar sobre as dificuldades e as conquistas desses excluídos e pensar na possibilidade de concretização dos seus direitos: soluções simples e concretas para que possam estar nas salas de aula; plena assistência à saúde; qualificação profissional; emprego; prática de esporte; cultura e lazer.
Isso só se realizará se cada um de nós se fizer a pergunta: o que eu posso fazer, como empresário, como bombeiro, professor, balconista, comerciante, funcionário público, engenheiro, médico, advogado, dona de casa, motorista de ônibus, entregador, para contribuir na inclusão daqueles que são apenas diferentes de mim?
Buscar respostas para essas perguntas é um aprendizado nem sempre fácil: exige o desejo de conhecer, de se arriscar, de se envolver e agir.
Buscar essas respostas é construir uma sociedade inclusiva.

" As palavras movem montanhas "

“AS PALAVRAS MOVEM MONTANHAS”

As palavras agem sobre as pessoas. Elas podem ou não discriminar. O que dizemos mostra o que pensamos, o que desejamos, o que agimos. Palavra é ação. Palavras diferentes produzem sentidos diferentes. Por isso, quando dizemos que alguém é um deficiente físico, estamos discriminando essa pessoa. Veja como tudo muda se falamos de pessoas com deficiência ou pessoa portadora de necessidades especiais. Nesse caso, a pessoa não é deficiente, mas apresenta uma deficiência, o que é outra idéia.
Portanto, uma boa forma de mudar o mundo é mudar as palavras que usamos. Pode crer : as pessoas dizem aquilo em que acreditam.

Fonte de Pesquisa : CARTILHA DA INCLUSÃO- Reproduzida, com adaptações e atualizações, mediante autorização, da "Cartilha da Inclusão" editada pela PUC-MG, elaborada por Andréa Godoy.

"Todos somos responsáveis"

"TODOS SOMOS RESPONSÁVEIS"

Espero, estar dando minha cota de colaboração, levando aos colegas informações sobre a Inclusão Sócio-Educacional. Mesmo, sendo tema mundialmente debatido, ganhando força na última década, todavia ainda é assunto pouco compreendido pelas pessoas. As possibilidades para que a INCLUSÃO SOCIAL reverta o percurso da EXCLUSÃO, crescem. Porém, necessário haver UNIÃO . Unidos, fica mais fácil identificar o que fazer, quando e como realizar os Movimentos Conscientes Reivindicatórios Organizados, Projetos Inovadores, Ações de Sensibilização, Políticas Educacionais, ... enfim, todos lutando pela Inclusão Social. Entretanto, estas mobilizações, por si só não bastam, para garantir a efetividade da igualdade, se não houver mudanças de posturas, de atitudes, tendo em vista a interpretação da realidade e a articulação das ações. Todos somos responsáveis. Se quisermos que nossa Sociedade seja acessível, que dela todas as pessoas com deficiência possam participar em igualdade de oportunidades , é necessário fazer desse ideal, uma realidade a cada dia. Precisamos modificar nossos valores, aproximando-se desta realidade que é um fato mundial. A Inclusão é processo e envolve mudanças em TODOS nós, por isso é um trabalho longo e desafiador, que exige coragem, persistência , perseverança, determinação e disposição. Infelizmente, existe um emaranhado jogo de interesses e poder por trás do preconceito e da resistência, dificultando o cumprimento do princípio da igualdade , como expressão máxima da cidadania e dignidade da pessoa humana. Numa sociedade de perfeitos, “ditos normais” ou do homem ideal, a pessoa portadora de deficiência é ignorada e excluída, sendo certo que a evolução da sociedade não foi suficiente para afastar a exclusão e as dificuldades experimentadas. Como tradução da expressão: "o que os olhos não vêem o coração não sente". A reversão deste quadro é lenta, mas possível,sim, diante de uma atuação incisiva e consciente , mostrar à sociedade dos ditos incluídos que os “EXCLUÍDOS”, até então, sem vez e sem voz, estão se organizando em movimentos conscientes, manifestando e expressando a insatisfação e as suas justas exigências em seus direitos consagrados, visando, assim, garantir a sua cidadania e a sua dignidade. Vamos, juntos, passo a passo, buscar através de nossas atitudes cotidianas contribuir na construção de uma sociedade efetivamente inclusiva! ... Sendo eu, uma sonhadora incorrigível, fico aqui sonhando com um mundo melhor, uma vida mais digna, um BRASIL mais perto daquele que tanto sonhei e ainda sonho...E apesar das lutas, das dificuldades, dos sonhos não realizados..., nem tudoestá perdido, que cada um de nós dê sua porção de talentos, dons e trabalho. Sejamos despojados, no sentido de viver o tempo presente em sintonia com as inesgotáveis possibilidades do conhecimento e convencidos das potencialidades humanas. Que as sementinhas espalhadas hoje, parecendo utopia, possam florescer , e a nova geração consiga colher os frutos, do que estamos semeando.
Quem sabe... o que hoje parece utopia... converta-se em realidade !
Cidinha Impellizzieri